segunda-feira, 25 de agosto de 2014

COMEMORANDO O FOLCLORE NA EMEI MONTEIRO LOBATO

          A Equipe Pedagógica e Direção Escolar, da EMEI MONTEIRO LOBATO, entendemos na  necessidade de se manter viva a cultura dos povos de forma a proporcionar e divulgar o conhecimento e as informações tão necessárias na construção de nossa história, nos  levou a desenvolver várias atividades, que auxiliam na compreensão do “hoje”, baseando em experiências anteriores, resgatando o “ontem”, sem que o mesmo se apague com tempo e as novas gerações não tenham acesso a sua origem.
 
          Tais atividades trouxeram muita animação entre professores e alunos, foi um trabalho maravilhoso! Temos certeza do aprendizado dos alunos, pois tudo foi feito com enorme dedicação e amor.
 
Vamos mostrar um pouco do que aconteceu este mês....
 


A HISTÓRIA DO SACI PERERÊ
 
 

           Muito divertido e brincalhão, o saci passa todo tempo aprontando travessuras na matas e nas casas. Gosta de esconder objetos domésticos, emite ruídos, assusta cavalos e bois no pasto etc.
          Apesar das brincadeiras, não pratica atitudes com o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal. 
          Diz o mito que ele se desloca rapidamente dentro de redemoinhos de vento, e para captura-lo é necessário jogar uma peneira . Após o feito, deve-se tirar o gorro (carapuça) e prender o saci dentro de uma garrafa.
            Somente desta forma ele irá obedecer seu “proprietário”. Este terá o direito de fazer um pedido ao Saci, que deverá realizá-lo.
Mas, de acordo com o mito, o saci não é voltado apenas para brincadeiras. Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos.
 
Saci-pererê na literatura brasileira 
 
Quem primeiro retratou o personagem, de forma brilhante na literatura infantil, foi o escritor Monteiro Lobato. Nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o saci aparece constantemente. Ele vive aprontando com os personagens do sítio. A lenda se espalhou por todo o Brasil quando as histórias de Monteiro Lobato ganharam as telas da televisão.
 
 
 
 
 


 
 

 


 

 
 
 




Fim
 
 
 
 
 
A Lenda do bumba meu Boi

 


           Bumba meu Boi é uma dança folclórica da cultura brasileira, principalmente na região Nordeste.
          A dança surgiu no século XVIII, como uma forma de crítica à situação social dos negros e índios. O bumba-meu-boi combina elementos de comédia, drama, sátira e tragédia, tentando demonstrar a fragilidade do homem e a força bruta de um boi.

          A lenda é a seguinte: Um rico fazendeiro possui um boi muito bonito, que inclusive sabe dançar. Pai Chico, um trabalhador da fazenda, rouba o boi para satisfazer sua mulher Catarina, que está grávida e sente uma forte vontade de comer a língua do boi. O fazendeiro manda seus empregados procurarem o boi e quando o encontra, ele está doente. Os pajés curam a doença do boi e descobrem a real intenção de Pai Chico, o fazendeiro o perdoa e celebra a saúde do boi com uma grande festividade.
 
 
 

 

 
Esperamos que tenham gostado!
Um forte abraço
Equipe Monteiro Lobato
 
 
 


 

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

          A lei 9394/96, no artigo 26, 3º parágrafo garante que deve ser ensinado educação física nas escolas, inclusive para as crianças abaixo de seis anos. Apesar de bastante discutido, a educação física na educação infantil é respaldada por lei, tentando garantir da melhor forma possível o desenvolvimento das crianças.

          Na educação infantil é importante disponibilizar o maior número de experiências possíveis, apresentando um novo mundo. Nesse mundo, a criança começa a se relacionar com um meio social e físico, ajudando no desenvolvimento. Para estimular o intelecto e o físico é preciso que pessoas mais experientes ofereçam desafios cada vez mais difíceis. A educação física consegue isso de uma forma muito prazerosa através de jogos, brincadeiras e esportes.
          Nosso Professor de Educação Física Jean Carlos  de O. Silva, explica que, com as brincadeiras, a criança estimula a imaginação, aprende a respeitar as regras, etc. Diz também que o professor deve ser o interventor, ajudando o aluno a desenvolver seus conhecimentos, habilidades e relações sociais.
          O profissional de educação física precisa entender cada estágio de desenvolvimento, para estimular corretamente cada etapa. Esses estímulos podem fazer a criança se desenvolver de uma forma mais acelerada. “A partir de brincadeiras e jogos podemos aprimorar as capacidades físicas básicas como saltar, correr, arremessar, pular, subir. O cognitivo como lógica, situações em que os professores colocam os alunos para que eles achem a solução e a parte afetiva, como trabalhar em equipe, saber lidar com uma situação desagradável e estressante”.
          Os principais objetivos da atividade física infantil são: o domínio do controle corporal; diferenciar cada parte do corpo através do movimento; a noção de espaço e tempo; melhorar o desempenho em atividades de força, resistência, flexibilidade e velocidade; e cooperar em atividades de grupo.








quarta-feira, 13 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014